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  • Um livro para Rufino (trad.: Rodrigo Bravo)

Um livro para Rufino (trad.: Rodrigo Bravo)

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Um livro para Rufino. Poemas de Rufino traduzidos por Rodrigo Bravo. Apresentação de João Angelo Oliva Neto.

16 x 23 cm, 90 p.

 

R$ 25,00
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Do prefácio de João Angelo Oliva Neto:

De Rufino, epigramatista grego, não se pode com exatidão fixar a época nem o lugar em que viveu. Seus 39 epigramas, junto com milhares de outros poemas de dezenas de poetas gregos, chegaram-nos hospedados na assim chamada Antologia Grega, também nomeada Antologia Palatina. Em 1977 o helenista inglês Denys Page, depois de conhecer tardiamente os epigramas de Rufino na Antologia, resolveu publicar em volume específico, dedicado só ao poeta, nova edição textual dos poemas com novo aparato crítico e comentário. No prefácio, a despeito da notória erudição, com muita humildade, rara nos Estudos Clássicos, afirma:

Rufino é penetrante e divertido, acima da média dos integrantes da Antologia Grega na era cristã. Há muita originalidade em seus temas, o estilo é variado e de modo geral agradável. […]. Não guarda grande semelhança com outro autor da Antologia e a data referente a sua vida é tão incerta, que é necessário meio milênio para cobrir o leque de suposições. Em suma, era um completo vazio no conhecimento que eu ou qualquer outra pessoa tinha dos poetas da Antologia, e suponho que foi por isso que passei alguns anos na companhia dele.

Poucos anos depois, em 1982, outro helenista, Alan Cameron, assume o desafio de datar com menos imprecisão do que “meio milênio” os poemas de Rufino e propõe:

Os epigramas não se referem, eles mesmos, a nenhuma pessoa ou evento datável nem Rufino é mencionado por nenhum outro escritor antigo. Como não foi incluído na Guirlanda de Filipe da Tessalônica, publicada no governo de Nero (54–68 d.C.), é justo supor que Rufino não estava ativo antes da segunda metade do século I d.C. E como poemas de Rufino foram traduzidos em latim por Ausônio (c. 310–c. 395 d.C.) e Claudiano (c. 370–c. 404 d.C.), deviam estar em circulação em torno de 390 d.C.

Podemos então conjecturar não ainda sem dissenso, mas com menos imprecisão que Rufino foi poeta do assim chamado Período Imperial das letras gregas e parece certo que merece ser lido, tanto por especialistas como Page e Cameron, versados nas informações específicas sobre as letras gregas (“Antologia Grega”, “Antologia Palatina”, “Guirlanda de Filipe da Tessalônica” etc), como por quem goste de poesia, da boa poesia de qualquer tempo. Poesia, seja de quem for, como patrimônio humano que é, não pode ser privilégio de classicistas. É o que se pretende com este livro.

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